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PERCURSO COREOGRÁFICO
Ao longo de vários anos Amélia Bentes tem vindo a desenvolver o seu trabalho coreográfico, o qual tem sido apresentado em todo o pais e na Holanda, Alemanha, França, Inglaterra, Itália, Espanha e Brasil.

2008 - 2010
“Mapacorpo”

Em Mapacorpo exploram-se as possibilidades do cruzamento de linguagens e confronto de estéticas, em estreita colaboração com criadores como Jorge Gonçalves, a coreógrafa brasileira Lia Rodrigues e o músico Vítor Rua.

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2000 - 2008
“Tudo o que tu possas ver para aquém e para além”, para os alunos finalistas da Escola Superior de Dança, Dezembro 2007.

fotografias: ESD / João Costa
LIVE

Uma improvisação com Bernardo Sassetti, em João Pessoa no Brasil, por ocasião do Festival Cineport, Maio 2007.

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Ego Skin

Criação que estreou em Março de 2007 no CCB, em Lisboa, com os criadores convidados Lia Rodrigues, Claudio Hochman, e António Jorge Gonçalves. Apresentada no teatro Viriato em Viseu, Teatro Aveirense e Teatro Municipal de Faro.


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LIVE - “De passagem”, solo com o músico Nuno Rebelo, integrado no Festival “Pedras d´água” em Lisboa, Julho 2006.
“just people like us”, com alunos finalistas da Escola Superior de Dança, Novembro 2005
“Escravos doutros”, para a karnart: um solo e vídeo para o actor e encenador Luís Castro, Janeiro 2005
Noite

Solo que estreou em Coimbra Capital da Cultura 17,18 e19 de Outubro de 2003, Lisboa, Faro, Leiria, Loures, Lagos. Espectáculo de forte componente tecnológica, numa abordagem videográfica / sonora, em tempo real, associada ao corpo em movimento – dança.


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Fabrico Próprio

Solo, estreou em Novembro 2001, no Teatro Taborda em Lisboa.


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LIVE, Jam Session, integrado no festival Fringe em Coimbra e Tomar, integrou músicos como Paulo Curado e Carlos Zingaro, 2003.
Improvisação no Festival Internacional de Tomar, Fringe, com Nuno Rebelo, Marco Franco, José Salgueiro, Carlos Barretto, entre outros, Setembro 2001
“Live” integra o projecto “uma mesa e duas cadeiras” organizado pela associação de programadores, uma improvisação originalmente com o músico Carlos Barretto (contrabaixo), no Maria Matos a 2 e 3 de Março de 2001. Foi depois apresentado até 2007 com vários músicos como: Ant. Pedro Gomes, José Salgueiro (bateria), Vitor Rua, Nuno Rebelo (guitarra), Carlos Zingaro (violino eléctronico), João Monteiro (cavaco eléctrico), etc. E ainda em Leiria, Faro, Oeiras, Lisboa, Coimbra, Porto, Aveiro, etc.
“O vento sopra onde quer” em co-autoria de Marta Wengorovius , um solo que estreou em Novembro 2000 no Teatro Taborda - Lisboa. Apresentado em Loulé, Portalegre e outras cidades.
“Primordial”
, produzida pelo EDDC, Holanda, uma encomenda para os alunos finalistas, 2000.
1998 - 2000
“Mascarhome” apresentado em Évora (Festival de Dança Contemporânea), Almada (Festival X), Parque das Nações (Festival Paisagens Urbanas), 1999/2000, e no Brasil na 2ª bienal SESC de Dança, 2000 (Santos e S. Paulo) . Com músicos ao vivo – música original de João Monteiro.
“Fortunas, talvez...”, apresentado no Teatro Carlos Alberto no Porto, numa produção do NEC; em Aveiro; em Lisboa no CCB, integrado no Festival Mudanças, uma organização Acarte 1999; e no Brasil na 2ª bienal SESC de Dança, 2000 Santos e S. Paulo.
“Vivamus”
, estreou nas Festas do Conselho de Loures, sendo depois apresentada em Barcelona, nos Dias de la Dansa, 1998, em Lisboa na Expo 98 no âmbito do Festival Paisagens Urbanas, e no Brasil na 2ª bienal SESC de Dança 2000 (Santos e S. Paulo).
“Declassé”
Estreou em Outubro 1998 no Teatro Taborda em Lisboa, Casa da Cultura em Beja e na quinzena da Dança em Almada, em várias cidades da Holanda e Alemanha, 1998.

fotografias: Jorge Gonçalves
1988 - 1998
“Fun da Mental”
Apresentado em diversas cidades da Holanda e Alemanha, 1997, em Portugal (CCB, Lisboa, Viseu, Loures, Beja, Guarda, Porto, Coimbra) e em Itália no festival Internacional de Polverigi em Ancona.

fotografias:
Jorge Gonçalves
“Simplesmente” primeiro solo, apresentado em diversas cidades da Holanda e Alemanha, 1997. Em Portugal estreou no Festival Danças da Cidade.
“Passionate Fraud”, versão dueto, integrado no projecto Aerowaves, apresentado no The Place Theatre em Londres, 1997.
“Improvisação a dois”, com Felix Lozano, no Festival X, Almada, 1996.
“Passionate Fraud”, produzido pelo EDDC, Holanda. Apresentado em diversas cidades da Holanda e Alemanha e no Festival Danças da Cidade, 1995.
“what a difference a day makes”, para a Companhia de Dança de Almada, 1995.
“Sabão de toillete”, para os Encontros coreográficos de Bagnolet, Acarte, Festival Danças da Cidade, 1995, e diversas cidades da Holanda e Alemanha.
“Bósnia solo”
, na série “o que pode um corpo”, Culturgest, Lisboa 1994.
“Savon de toillete”
Apresentado no anfiteatro ao ar livre da Fundação Caloustre Gulbenkian, por ocasião do festival Renamia do norte de Vestfalia, e nos Encontros Coreográficos de Fougère, França, 1993.

fotografias: Paulo Pinheiro
“Vozes caladas” para o grupo de Dança de Almada, com música original de José Peixoto, 1993.
“Assim em forma de coisa” na Maratona para a Dança e Lab I organizado por João Fiadeiro, 1993.
“Pola non Haver”, co-autoria de José Laginha, no programa carte blanche do Instituto Franco Portugais, 1992 e festival Danças da Cidade, 1993.
“20 RPM” para os alunos do Conservatório Nacional de Lisboa, na disciplina de Oficina Coreográfica, 1990.
Participou na 1ª de 3ª mostras coreográficas de Lisboa, Artejo, 1988 e 1989, com “Vertigem” e “De noite interferências um reverso sem sentido”.
”Mar és”
, 1ª coreografia, ganhou o 3º prémio nacional, inserido no programa “Novos valores da cultura”, 1988.
PARA TEATRO E CINEMA
Apoio ao movimento de “ A Noite Árabe” com encenação de Paulo Filipe, estreada em Março de 2008 no Teatro Nacional D. Maria II.
“O navio de sal”, orientação do movimento numa encenação de Paulo Filipe, no Teatro Nacional D. Maria II, Março 2006.
“Cabeças no ar”, um musical para 18 adolescentes com encenação de Adriano Luz, músicas de Rui Veloso e João Gil, estreado no Teatro S.Luis a 18 Janeiro de 2005. Reposição em 2007.
“Glamour” coreografou para uma curta metragem de Luis Galvão Teles, Fevereiro / 2005
Coreografou “Conspiração” de Nuno Artur Silva e Jorge Gonçalves, vídeo, desenho em tempo real, teatro, música e dança, Abril /2005 no Teatro Aberto.
Coreografou a peça de teatro “Os elefantes no Jardim” encenado por Teresa Sobral, Teatro Taborda, Maio / 2000.
PRÉMIOS
“Ego skin” melhor coreografia de 2007, prémio concedido pela organização Guia dos Teatros
“Cabeças no ar” melhor coreografia de 2007, prémio concedido pela organização Guia dos Teatros.
”Mar és”, 1ª coreografia, ganhou o 3º prémio nacional, inserido no programa “Novos valores da cultura”, 1988.
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